Tirem-me a vista. Tirem-me para sempre a luz de Lisboa. Tirem-me as encostas do Douro, o Tejo e o Alentejo. Tirem-me a calçada dos passeios. E os azulejos da parede. Tirem-me o ouvido. Tirem-me para sempre o choro da guitarra e o pranto do fadista. Tirem-me os pregões das mulheres do bulhão e a pronúncia de norte a sul. Tirem-me a fúria de espuma das ondas e o grito do golo! Tirem-me o tacto. Tirem-me para sempre o sol de Inverno a bater na cara. Tirem-me o barro a ganhar forma entre os dedos. Tirem-me o rosto queimado da minha mãe e a mão áspera do meu pai. Tirem-me tudo isto, mas não me tirem o gosto. Porque se eu ainda for capaz de saborear a alheira a rebentar de sabor ou o bacalhau com todos a nadar em azeite, serei capaz de dizer, se não me tirarem a fala, que estou em Portugal.
es grande zorrra! bora jantar quinta com a biwa e a cambada todaa!! fala c um rubennnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnee1 mass....NAO VAMOS AO TWINSS!!! fuicam te tao bem esses dentinhos podres!:) vaaaaaa anda dai..ja tenho saudades dos velhos tempos em que me mijava a rir na praia do tamarizz!!
conhecidos de infancia,de brincadeiras na e.b.i da escola da vidigueira em kto a tua mae ia fazer ginastica.coizas k te disse mas k ja n te lembras mas que eu n esqueço.e como somos amigos e hi5,aqui vai um abraço e um beijinho de parabens:))
e que tal um cafezinho, humm?